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Mais mulheres na motovelocidade do Brasil
14.06.2011

Diferentemente da matéria que publicamos recentemente (Única mulher na motovelocidade do Brasil, Cris Trentin quer superar a falta de apoio financeiro e infraestrutura adequada para ir mais longe), a pilota Cris Trentin (#32) não é a única mulher a praticar motovelocidade no país. Ela é a única no SuperBike Series - maior campeonato de motovelocidade do Brasil e pilota uma moto mil cilindaradas.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, a pilota Gisele Flores há 15 anos pratica motociclismo nas pistas gaúchas. Ela já disputou campeonatos nacionais de motovelocidade quando promovidos pela Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e pela Federação Gaúcha de Motociclismo (FGM). Em 2008, no 1º Campeonato Gaúcho de Supermoto, Gisele obteve o quarto lugar na categoria até 250cc. No mesmo ano, na categoria 250cc do Campeonato Gaúcho de Motovelocidade, ficou na sexta colocação.

“Minha participação nos campeonatos tem a ver com o meu gosto pelo esporte e, também, com a minha vontade de incentivar mais mulheres a também participar. O esporte é maravilhoso e espero que mais mulheres sintam-se motivadas a vir também para as pistas”, disse Gisele em entrevista recente a uma rádio gaúcha.

Outro exemplo de mulher que conquistou seu espaço na motovelocidade brasileira vem do Paraná, Tati Berger. Advogada, paraquedista, entre outros adjetivos, Tati pilota e já disputou campeonatos de Superbike, ficando, inclusive, com o vice-campeonato na Copa Mercosul da Associação de Pilotos de Superbikes (APSBK), na categoria Super Stock 750cc, em 2009. Ela também já disputou etapas do Racing Festival na categoria Hornet 600cc. “Corro porque amo velocidade e adrenalina”, afirmou a um o jornal “Gazeta do Povo”. Tati também fez um curso de pilotagem antes de ir competir nas pistas.

Mais uma representante feminina nas pistas brasileiras é Adriana Françozzo. Mãe, esposa e pilota, ela já participou de duas etapas do Campeonato Paulista de Motovelocidade e uma da Copa APSBK em Curitiba. Esbanjando ousadia, Françozzo corre na categoria 1000cc, em que as motos podem chegar a 300 km/h. “Não tenho medo, me sinto muito segura na pista”, falou ao site “Sobre Motos”.

Fato é que aos poucos as mulheres estão invadindo os autódromos brasileiros. Tem-se a esperança de que surjam novas Trentins, Flores, Bergers e Fraçozzos nos próximos anos.

 



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